
(Fim do desabafo, vamos voltar ao assunto do post propriamente dito)
Saí de Montreal na segunda-feira dia 9 de agosto, passei o Miami e cheguei em São Paulo dia 10, bem cedinho. Papai e mamãe estavam lá para me buscar. Chegando em casa, ainda passei no trabalho da sister para vê-la e desejar feliz aniversário (cheguei no dia do niver dela), e querem saber da maior? ELA NEM CHOROU!! Eu acho que isso é um senho avanço, ou então eu não estou fazendo mas tanta falta assim... hehehehehehehe
Fizemos um tour rápido pelos vizinhos e com minha vovó Laurinha na terça e na quarta passei o dia todo com o pessoal do meu antigo trabalho do Brasil (a auditoria da empresa me impede de mencionar seu nome neste blog, me desculpem). Só de passar na mesa de cada um que eu conhecia, já fiquei a tarde toda, e sempre tem um uns ou outros que são mais do coração e que merecem mais atenção né? Gostei muito de reencontrá-los e ver que, entre mortos e feridos, estão todos bem.

Na quinta-feira fui conhecer o tão famoso sítio do Sr. Osmar em Quadra, interior de São Paulo. O sítio é uma belezinha e mesmo ficando só um dia por lá consegui comer e dormir bastante. A horta que meu pai montou é imensa e tem todo tipo de frutas, verduras e legumes que você possa imaginar. Tá nota 10 mesmo. Muito provavelmente na próxima vez que eu pintar por lá vou poder tomar banho de piscina. Chique né?
Sexta-feira de noite fui para o ensaio do louvor da nova igreja adventista de Vila Olímpia, e é claro que já fui escalado para o louvor no sábado né? Eu que não sou de negar essas coisas aceitei e sabadão de manhã fizemos o louvor por lá. Foi legal rever os amigos e saber que existem projetos animadores na igreja em São Paulo. Oro e espero que tudo continue indo bem para eles. De noite ainda vi mais amigos, agora na igreja de Pinheiros, mas nem consegui bater muito papo com eles porque estava rolando a festinha da minha irmã e tive que ir correndo para lá, ver mais parentes e amigos que ainda não tinha visto. É difícil ser o centro das atenções, mas acho que consegui falar com todos.

Depois disso, já começamos o clima de despedida, e aí fiquei total com a minha family, aproveitando os últimos momentos. A hora da despedida é sempre bem chata, mas faz parte da vida que a gente escolheu né? Vamos tocando a boiada da melhor maneira possível.
Não tenho a menor idéia de quando vou voltar ao Brasil agora, mas desde já peço desculpas a todos que ainda não conseguiram me ver. Espero poder ver ainda mais gente querida da próxima vez que estiver na terrinha.
Salut!