
Dessa vez foi tudo diferente. Na verdade, eu estava tão desencanado com este visto americano que ontem nem sequer lembrava que tinha uma entrevista hoje. Fiquei ontem até tarde da noite procurando documentos e imprimindo outros para a entrevista de hoje. Até tentei, por um momentinho que fosse, transferir a entrevista para uma outra data, de tão sem-nada que eu estava com esta entrevista, mas a esta altura não podia mais mudar...
Acordei cedo e cheguei no consulado antes da minha hora marcada (8:30 da manhã), mas a fila já estava grande. Na verdade, a fila já estava E-NOR-ME e não parou de crescer até o final da manhã. Fiquei naquela missa durante três horas, esperando o meu número aparecer no letreiro eletrônico... 181... uma demora sem fim.
Mas então chegou a minha hora e o papo foi mais ou menos assim:
Entrevistador: Qual o propósito da sua viagem? (Com muito sotaque)
Thiago: Estou indo para os Estados Unidos de passagem para o Canadá. Sou imigrante canadense.
Entrevistador: Você é imigrante canadense? O que você pretende fazer lá?
Thiago: Dããã!! - Pensei mais não disse - Vou para o Canadá trabalhar.
Entrevistador: Quanto tempo você pretende ficar nos Estador Unidos?
Thiago: Uns 7 dias mais ou menos.
(entrevistador digita meia dúzia de coisas no computador)
Entrevistador: Seu visto foi aprovado. Boa viagem.
Pronto! Fácil assim! E o mais legal dessa história toda é que a foto que usei no formulário foi a mesmíssima foto que eu usei quando fui negado em 2004. Uma sorte eu diria... para mostrar como esse mundo dá voltas.
Mas bem, no final começo a perceber que não foi tão mal assim voltar para o Brasil. Deus têm me abençoado mesmo nas dificuldades.
E agora, América, me aguarde!
À là prochaine!


Ontem fui ao
Ontem e hoje fiz minhas próximas entrevistas, que foram bem iniciadas
O pessoal tá gostando de mim aqui em Montréal, quer dizer, pelo menos do meu currículo (que no Canadá inteiro se chama 


A última coisa que um cidadão de bem como eu precisa é ter mais coisas com o que se preocupar do que coisas a se fazer propriamente, e infelizmente essa é a minha condição atual.
Então é isso! Dia 22 de maio estou chegando em Montreal, agora como residente, e espero que tudo comece a se encaminhar conforme os planos. Se não correr como eu espero (o que é bem provável), eu e Mirian confiamos nAquele que cuida de nós todos os momentos.


Como assim, 

Eu já tinha ouvido falar do filme
Minha mamãe me ligou hoje avisando que tinha chegado uma carta do consulado. Vou pular a parte que meu coração quase saiu pela boca e blá blá blá porque isso todo mundo já sabe. Pedi para minha mãe abrir a carta e ler para mim, porque eu precisava ter certeza de que não era mais nenhuma carta me pedindo para entregar mais documentos que eu havia esquecido.




Hoje esta é a casa da minha cunhada, Natália, mas ela já me disse ontem que vai sair de lá no segundo semestre e o cafofo vai ficar para mim e para minha noiva (que será minha esposa até lá). O
Na foto aí em cima, da esquerda para a direita está a Fabi, o Fabi, o Dr. Fava e eu. Alguém já tirou foto deste médico que faz a alegria de tanto imigrante? Pois é, acho que não. Só eu heheh. E essa informação foi confirmada pelas recepcionistas do consultório: eu e os Fabis fomos mesmo os primeiros, mas agora eu acho que lancei moda hehehehe.